Por Zé Carlos
Recebi anteontem a edição 344 da A GAZETA, nosso jornal
escrito pelo brilhante jornalista Luis Clério Duarte. Estranhei um pouco porque
já havia recebi antes a edição 345, com novo layout e que comemora os 23 anos
de existência do jornal, evento pelo qual lhe damos os parabéns. O
estranhamento passou logo quando me lembrei da greve dos correios, que também
me levou a alguns atrasos nas minhas contas.
Entretanto, o que me traz aqui é um agradecimento ao espaço
que foi cedido no prestigioso jornal ao nosso humilde blog, e sua defesa do
nosso Mural de Recados, e a seus corajosos anônimos e não anônimos. Como já
dissemos antes, em outros lugares, defendemos o espaço livre para expressão de
qualquer um que queira se manifestar, mesmo que aconselhando moderação naquilo
que é dito.
E, até agora, ele (o Mural) parece ter cumprido seu papel,
falando mal ou bem de Deus e do diabo, penso eu, com o mesmo equilíbrio em
termos de estatísticas. Ele não tem somente recados contra vereadores ou contra
o prefeito. Tem também elogios e boas opiniões sobre tudo e todos. Quando há
exageros eu tento intervir da maneira que posso, e que me dói muito, quando
tenho fazer isto. Muitas vezes nos pedem para retirar recados do ar e o
fazemos, outras vezes, não. Mas, no final das contas não somos responsáveis
pelo que resta, e sim quem os escreve. Eles são considerados nossas fontes
jornalísticas e as protejo como se jornalista fosse. E o Mural vai dando seu recado,
que é evitar as fontes monolíticas de notícias que assolam nossa região.
Com nossos 500 acessos diários, a A GAZETA DIGITAL
(aproveitamos o ensejo para dizer que não temos nenhum projeto editorial comum
com o jornal escrito A GAZETA) vem cumprindo o papel para o qual foi criado.
Fazer com que a população de Bom Conselho lesse cada vez mais. Começamos com 20
ou trinta acessos diários e hoje já são mais de 500, com mais de 330.000
acessos na sua breve vida. E isto, sendo patrocinados por Jesus, Maria e José,
que nos pagam em graças divinas, que muitas vezes não contam neste mundo, mas,
espero, contarão no outro.
Enfim, estamos contentes com o projeto apesar de alguns
percalços que nos incomodam como a incompreensão de algumas pessoas públicas
quanto ao projeto editorial. Não temos partido político nem apoiamos
especificamente alguém na política de Bom Conselho. Não posso, eu, Zé Carlos
(um pseudônimo não registrado de José Carlos Cordeiro), dizer que não tenho
algumas preferências. Mesmo se dissesse as teríamos de qualquer jeito. Mas,
estamos tão afastados geograficamente da cidade que as opiniões mais abalizadas
se restringem a uma viagem ou outra, pelo menos de forma mais detalhadas. Não
vivo em Brasília mas tenho algumas opiniões sobre a presidenta Dilma, como
qualquer brasileiro. Isto se aplica a Bom Conselho.
Então agradeço mais uma vez a citação de uma GAZETA pela
outra, reconhecendo a importância maior daquela não digital, e ao mesmo tempo
aproveito para fazer uma leve correção ao nosso jornal.
O meu amigo Luis Clério faz uma pequena biografia, que mesmo
não autorizada eu não irei processá-lo nem recolher os jornais das bancas, onde
ele diz que sou casado com um médica de Bom Conselho. E a Marli Tenório com
quem sou casado não é médica e sim, Farmacêutica-Bioquímica, Doutora em
Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz, pesquisadora em virologia, e que ainda
trabalha muito, ao contrário do marido, cujo trabalho hoje, quase se restringe
a tentar fazer com que Bom Conselho leia mais.
Quanto às outras informações são todas verdadeiras,
incluindo o lugar onde nasci (cuja casa ainda existe mas não sei o que funciona
dentro) e que morei por muito tempo na Rua da Cadeia (Rua José do Amaral).
Por falar em biografia, pouco tempo atrás, alguém, que não
conheço pessoalmente, perguntou no Facebook: Alguém conhece José Carlos
Cordeiro? Pouquíssimas pessoas se manifestaram dizendo que sim, inclusive eu,
na perspectiva que não fosse um homônimo meu, ao qual ele se referia. E
realmente não era porque se referia à velha questão se eu sou ou não sou a
Lucinha Peixoto, sobre a qual estou cansado de escrever, e ela também. Porém,
como antes dizia que não era mas adoraria sê-lo, agora digo que não sou porque
NÃO tenho medo de sê-lo, e seria uma honra sê-lo. Aliás, sei, pelo seus
escritos que ela está viajando, e, até agora não mandou buscar os exemplares do
jornal que o Luis Clério manda para ela, com meu endereço. Amiga Lucinha, se
você estiver lendo este blog ainda, já deixei na portaria os seus exemplares.
Estão ótimos.
Em tempo: Eu também
não sou o Zé Negão, nem a efigênia indignada. Na minha próxima
visita a Bom Conselho, visitarei a amiga Narrimam Amaral, para registrar o
único pseudônimo que adotei até agora, para evitar as confusões de praxe: Zé
Carlos. E esclareço que não sou candidato a vereador em 2016. A Lucinha
Peixoto, apesar do meu desaconselhamento, diz que sim. Cada um com sua vocação.
Muito bom o blog, parabéns pelo o tópico está ótimo.
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