Em manutenção!!!

sábado, 4 de junho de 2011

Ufa!!!! Que semana!


Antonio Palocci


Por Zé Carlos

Eu ontem também vi a entrevista do Antônio Palocci. Eu sou apenas um cidadão e apenas um “político aristotélico”. Ou seja, o grego Aristóteles disse que “o homem é um animal político”, então, sendo homem eu, além de ser um animal, também sou um político. Assim sendo não pude deixar de dar umas boas gargalhadas com o vídeo abaixo.

Os autores, que pertencem à UOL notícias ou resumem assim: “A pressão pela saída do ministro da Casa Civil só aumenta e vira tema principal do "Escuta Essa!" desta semana. Antonio Palocci canta "Should I Stay or Should I Go", clássico do The Clash, para demonstrar sua situação no governo após caso de enriquecimento acelerado. Outro assunto do programa é a polêmica de José Sarney e a omissão do impeachment de Fernando Collor em exposição histórica dentro do Senado. Para fechar, o ex-presidente FHC brilha em documentário que defende a descriminalização dos usuários de maconha. Ele também esteve na convenção do PSDB que arranjou lugar para José Serra em seu conselho.”

Então aproveitem este fim de semana para curtirem o vídeo com os cumprimentos da A GAZETA DIGITAL.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

AMIGOS, AMIGOS...




Por José Antonio Taveira Belo / Zetinho

O meu querido pai Antonio Zuza, de saudosa memória, sempre dizia em suas conversas em família, que “amigo é somente pai e mãe, o resto é conversa”.

Muitas das vezes discordei dele este seu pensamento e mostrava que existia neste mundo de meu Deus, que alguém era amigo de verdade, para qualquer hora do dia ou da noite. Este não media distancia para servir. E, eu dizia “é nesta hora que se conhece o amigo” nestas horas incertas.

Ele replicava; é claro que pode existir mais é muito difícil você encontrar e confiar.

Ria e começava a ler o seu jornal, sentado no sofá de três lugares.

Eu puxava a conversa, “Ó pai, como é que pai mata filho e filho mata pai? E filho que agredi a mãe, o irmão ou outro qualquer parente”, como fica?

Na sua sabedoria interiorana, respondia é verdade meu filho, mais isto são aberrações que acontecem na vida.

Mas são raro estes casos. Não é verdade?

Eu tinha que assentir com este pensamento.

O meu pai tinha a sabedoria de matuto, não sabia ler, como ele dizia, mas lia e aprendeu no tempo de folga, soletrando e juntando as letras e assim aprendeu e quando se tornou mais velho já lia tudo. Tinha uma excepcional memória. Lembrava-se de datas históricas, nomes dos governadores dos Estados e muitas das vezes se aventuravam em falar sobre o destino das grandes nações, como ele próprio falava. Tinha a sabedoria da vida, pois aprendera no trabalho do dia-a-dia, desvendando cidades, povoados, fazendas e sítios enfim em contato com as mais variadas pessoas. A sua Universidade foi à vida. E, como aprendeu nela.

Era fã de Getulio Vargas. Tinha o seu retrato pregado na parede na sala de visita em Bom Conselho. Este é o homem que libertou os trabalhadores brasileiros e trouxe grandes benefícios que favorecem há todos nos dias hoje. Dizia muitas das vezes embevecido no sofá da casa. Gostava do Juscelino, outro grande presidente, para ele.  Homens de bem que defendia a nação a qualquer custo. Na morte de cada um deles, um por pressão da sociedade, se suicida, outro em acidente sem explicação, dizia ele na mesa de refeição, muitas das vezes no café.

Mas, este é um preâmbulo. E para começar mais uma estória do que aconteceu com duas famílias, relatou,

“Josué conheceu uma família e logo fez amizade principalmente, com o Zeca. Moravam na mesma rua, freqüentava os mesmos ambientes e desta forma a cada dia que se passava aumentava a amizade.

Certa vez, o Zeca ajudou Josué em uma divida contraída há tempo e que o credor tinha levada a raia da justiça e o magistrado deu a ele, o Josué, quarenta e oito horas para liquidar o débito contraído em mesa de jogo. O Zeca salvou de ele perder a casa que já estava sendo avaliada pela metade do preço emprestando o valor desta divida.

Os tempos se passaram. As visitas se consolidaram. E, assim a vida continuava. A cada dia as famílias se uniam. Mas certo tempo, o Zeca descobriu que aquela amizade não correspondia o que ele pensava, pois Josué era viciado em uma jogatina que acontecia na garagem do Seu Damião. Josué e a sua família começaram a evitar encontros, apenas alguns cumprimentos insossos. Zeca por sua vez ficou cabreiro com aquela atitude. Pensou logo, no empréstimo que tinha concedido e que ainda não tinha sido pago. Mas, isto não era motivo, pois nunca cobrara e nem tampouco mencionou alguma vez nos seus escassos encontros.

Certo dia tomava alguns aperitivos no clube da pequena cidade, quando aconteceu a primeira ruga. O Zeca foi ao encontro de Josué, saber o porquê de toda aquela aversão instantânea, pois nada tinha acontecido em relação a este esfriamento de laços de amizade. Nada tinha com a sua vida particular, se jogava ou não, isto era um problema seu e de sua família.  O Josué respondeu rispidamente, “não dá mais para termos amizade, apenas eu não quero e pronto!” Zeca ficou atônito com aquela resposta. Saiu do lugar e comentou com a sua mulher o acontecido.

Passado alguns dias, Zeca encontrou o Josué na bodega do Seu Álvaro, que o evitou, mas Zeca o interrompeu e disse “já que você não quer mais conversa comigo, pague-me o que me deve, pois também estou começando a ficar farto desta situação”.

Josué, disse depois eu pago! “Deixe-me arranjar o dinheiro”

Não eu quero logo, e você tem uma semana para pagar, está avisado!”

E, assim os dois seguiram o seu caminho. Passado o tempo dado por Zeca, o encontro casualmente, terminou em tragédia. Na praça o Zeca perguntou: Como é vai me pagar o prazo se esgotou ontem!

 Josué respondeu “não tem mais prazo!

Puxando uma combreia “dois tiro e uma carreira” puxou o gatilho matando-o ali mesmo. Foi preso e encaminhado para cadeia pública”

Veja meu filho no que deu esta amizade que parecia sólida, deu no que deu, entende?

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O trânsito em Bom Conselho


Bom Conselho - PE (Foto do Blog do Poeta)


Por Zé Carlos

Não pude deixar de ler o que Lucinha Peixoto escreveu no Mural hoje sobre o Blog do Cláudio André. Sou eu quem escolho as matérias que são incluídas na nossa página “Deu nos Blogs” e assim sendo, já havia lido a notícia sobre o projeto do Petrúcio, e quando a coloquei lá já tive vontade de comentar o projeto. As notas da Lucinha apenas me incentivaram a sentar e escrever sobre o caso.

Em primeiro lugar, como ela mesmo diz, daí ao Poeta o que é do Poeta e a Lucinha o que é da Lucinha. O Blog do Cláudio André é quem mantém nossa página “Deu nos Blogs”, no que se refere a Bom Conselho. Os outros, que pertence a blogueiros da terra, em termos de quantidade, produzem muito menos em relação a ele. Neste ponto eu acho que o Cláudio André, talvez por sua experiência e seu trabalho como radialista, ande correndo atrás da noticia, mais que os outros. E Bom Conselho de fora agradece e nós também.

Por outro lado, Lucinha tem suas razões, expostas com as jocosidades que lhe são peculiares, ao reclamar, não dá falta de informação, mas delas não serem mais completas. Já falei sobre isto antes (veja aqui). Há uma pressa danada em colocar os assuntos como se só fossem manchetes, e deixar o leitor na saudade, principalmente, os de fora. Até hoje não sei o que ele leu no relatório policial da surra do vereador.

Agora ele noticia, e foi o único a fazer isto, até a hora que escrevo, sobre um projeto do Petrúcio Borges. O Petrúcio deve ser muito mais jovem do que eu, pois fui colega de Ginásio São Geraldo, do seu irmão Elion, hoje até da família, pois é casado com uma prima minha. O Elion é um dos caras mais inteligentes de Bom Conselho, como o Elisênio foi o melhor jogador de futebol. Se o Petrúcio foi para o lado político deve ser também um dos bons políticos de nossa terra. Só falta o Blog. E disso o Elion entende, pois, quem já trabalhou com “mainframes” deve lidar bastante bem com estas coisas menores. Não sei nem se ele ainda mora em Bom Conselho, mas, se ainda morar, faça um blog para o seu irmão, pois precisamos ver o seu projeto para o trânsito. Se não morar, fica mais fácil ainda pois nem precisa se envolver com a política da terrinha.

Muitos já escreveram sobre o trânsito de Bom Conselho, que piora muito no Natal, com os monstros de ferro que são os parques de diversão. O Cláudio André, noutra postagem diz que um trânsito desorganizado é sinônimo de cidade sem lei. Num ponto ele tem razão. Parece que não temos um lei que regulamente o trânsito de Bom Conselho, mas, o mais importante é a sociedade discutir (e ele propõe isto) o projeto de lei do Petrúcio. Pois mesmo reconhecendo que ele seja um gênio, sempre tem alguém que possa dar “bons conselhos” para que a lei melhore. Senão, teremos um trânsito ainda desorganizado, numa cidade  com lei.

Neste aspecto eu entendi a Lucinha, pois nos consideramos, mesmo de fora, integrando a sociedade de Bom Conselho. Ambos lidamos com blogs voltados para a terra, mas com obrigações pessoais que nos impede de morar e viver na cidade, mesmo querendo. Queremos colaborar, mas, para isto precisamos de informação. E a culpa desta não informação é da imprensa, o que inclui os blogs. A comunicação institucional é importante, entretanto, não é suficiente.

De minha parte, o que gostaria é que se disciplinasse o trânsito de Bom Conselho, o mais breve possível, e que para isto pudesse colaborar com ideias e sugestões para que isto aconteça. Penso não ser só meu este desejo e que haja outros com muito mais expertise na área, nem que seja como um turista casual.

Nos ajudaria muito, nesta missão, se tivéssemos mais informações sobre as atividades da Casa de Dantas Barretas, que não fossem só o número de vereadores que comparecem as sessões (o que também é importante), mas, pelo menos saber porque os projetos de lei são polêmicos. Eu li e reli a postagem do Cláudio André  e não encontrei nada de substantivo sobre o projeto do Petrúcio, e que pudesse concluir a mesma coisa, sobre a “polemicidade”.

Fiquei até com medo. Será que o Petrúcio está propondo, para desafogar o tráfego do centro, com o uso exclusivo de helicópteros, logo agora que vendemos o da CIT Ltda, e a AGD ainda não teve como comprar outro? Ou, ele restabelece o uso de carros de boi cantadores pelas nossas ruas, o que me traz tantas lembranças românticas? Ou será que ele propõe um semárfaro em cada esquina? Sei que estas perguntas são próprias das jocosidades da Lucinha Peixoto, mas, quem se junta com jocosos, jocosidades come.

Só para terminar. Não sei se o Petrúcio ler a AGD, mas, se não o fizer e alguém que o faz (já são pelo menos 100 todos os dias) o encontrar, pode informá-lo, por favor, que estamos dispostos a publicar seu projeto por aqui, facilitando a participação da sociedade “errante” pelo mundo, mas bom-conselhense da gema. Embora eu preferisse mesmo vê-lo no Blog do Petrúcio.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A ROLADA OU ARROLADA?




Por Carlos Sena (*)

Parece piada, mas não é. Pelo menos não deve ser, por conta de ser uma mensagem repassada pra mim, via internet. Mas, diante do exposto a chance de não ter sido verdade é muito pequena, haja vista que nosso idioma a isto se permite. A riqueza da língua portuguesa tem sido evidenciada por todos os estudiosos, inclusive pelo professor Pascoale, que todos conhecemos. A fonética das palavras tem levado a diferentes compreensões, não bastassem outras motivadas pela própria ortografia. Indo direto ao foco, citamos abaixo uma passagem envolvendo a fonética de forma bem humorada. Independente da sua veracidade, vale pelo contexto e pelas gargalhadas que o humor sadio proporciona:

Em uma Vara Criminal no interior do Estado da Bahia, o Juiz vê duas moças esperando sentadas na Sala de Audiências do Fórum.

Ao ver o primeiro processo da pauta do dia, que é sobre um crime de estupro, ele pergunta para as duas:

 - As senhoras foram ARROLADAS no processo?

   No que rapidamente uma fala:

- Doutor, eu sou apenas testemunha “A ROLADA FOI NELA”...

Aproveitando a oportunidade, relembro uma piadinha envolvendo fonética: a mocinha grávida estava dentro do elevador. Meio enjoada, começou querendo vomitar, o que levou uma pessoa a perguntar pra mãe dela: “foi comida”? – "Foi, mas vai casar", respondeu a mãe.

Coisas da nossa língua portuguesa.

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(*) Publicado no Recanto das Letras em 16/11/2010

Dominguinhos e o Governador no Forró


Dominguinhos


Por Zé Carlos

Ontem quando procurava matérias para nossa página Deu nos Blogs que é a maior fonte de notícias de segunda mão do Agreste Meridional, crusei com uma postagem do Blog do Ronaldo César, cujo título era: “Dominguinhos está sofrendo perseguição ideológica do governo do estado de Pernambuco”.

Eu quase que digo como aquele personagem do Jô Soares, que era um exilado em Paris, e que quando lhe diziam o que estaria acontecendo no Brasil ele repetia: “Você não quer que eu volte!!!” ou “Desliga o tubo!!!”. Só que neste caso já estou aqui em Pernambuco e não posso nem ter o privilégio que teve o avô do governador de se exilar, não sei se em Paris, mas em algum lugar.

Não acreditei que isto pudesse estar acontecendo em nosso estado e em nossa festa maior, o São João. Não é porque Dominguinhos já tocou muito nas feiras de Bom Conselho para ganhar a vida, e portanto colaboramos de alguma forma com sua ascensão como artista, considerando-o um dos nossos, que defendo a primazia do seu fole nas festas juninas. O Dominguinhos é realmente o que de mais puro sobrou do reinado de Luís Gonzaga. Ele não merecia isto, que o título da matéria nos diz. Mas vamos à matéria do Ronaldo César em si para aquilatarmos o tamanho do quiproquó em que está se metendo mais uma vez o governador, nesta região. Talvez muito maior do que o caso D. Moura, que parece esquecido.

O principal herdeiro de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, foi excluído da festa em homenagem ao Rei do Baião, que aconteceu no Recife. Foi "esquecido"! Aliás, estava na primeira lista de artistas e depois foi desconvocado. Uma humilhação, considero.

Agora reclama que as prefeituras de Pernambuco, que recebem apoio do governo do estado, cujo patrocinador e realizador da maioria das festas de São João é a própria Fundarpe, não estão lhe incluindo nos eventos juninos. Aliás, Dominguinhos não reclamou, em entrevista a Geraldo Freire na Rádio Jornal, com muita elegância, disse que não estava mais correndo atrás de festa. É justo, mais do que justo!

Os contratantes devem procurar os artistas que enriquecem qualquer programação. E é claro, que se tratando de São João e forró, Dominguinhos é essencial, indispensável e obrigatório!

Enquanto isso o forró de fuleragem toma conta das programações oficiais com dinheiro público da cultura por todo o estado.

No ano passado ficou a impressão que o esquecimento teria sido porque o artista havia apoiado a campanha de José Serra para Presidente da República. Aliás, Dominguinhos sempre esteve alinhado com  o pensamento político do PSDB. Foram dele as músicas da campanha de Fernando Henrique, nas duas vitórias para presidente. De Alckmin também.

Ora, discordâncias políticas à parte, o que o São João e a cultura tradicional tem a ver com as crenças políticas?

Se de fato for este motivo que tirou Dominguinhos do São João de Pernambuco, vê-se uma perseguição artística descabida no meio musical. Fábio Jr. estará tocando em Limoeiro e Gravatá, e Dominguinhos só toca em Arcoverde. Alguém sabe me dizer se Fábio Jr. toca ao menos um forrozinho sequer? E qual sua contribuição para a cultura pernambucana. Aliás, Zezé di Camargo também estará por aí.

Nosso governador já deu exemplos de como trazer os contrários para o seu lado. Deve dar um novo exemplo de grandeza política e desfazer este grande erro com a história do nosso DOMINGUINHOS!

E MAIS.... LUIZ GONZAGA fazia campanha para a ARENA de Marco Maciel. Se vivo estivesse, estaria nas programações de São João da Fundarpe/Empetur e dessas prefeituras que só contratam porcaria???? “

Começando do fim, caro Ronaldo, não sei ainda qual a programação do São João de Bom Conselho, a não ser que sairão umas 3800 quadrilhas, que agora são “drilhas” pois estamos muito longe de tentarmos ser originais em algumas coisas mesmo em nossas tradições. Vi nos blogs que haverá um conjunto de bandas no Forróbom, e uma delas já está certa. Dominguinhos, não. Basto Peroba, ainda não. Por enquanto, segundo o Blog do Cláudio André a única atração confirmada é o Forró dos Plays.  Com este nome, a prefeita Judith não quer que eu volte e nem vote nela.

Ontem vi uma postagem no Blog da CIT, do Diretor Presidente (aqui), que insinuava que o governador não dava muita bola prá Bom Conselho porque ele achava que tudo estava dominado. Talvez isto seja verdade. Lá meu colega dizia em relação à imprensa que “independência, ausências de proselitismo, lealdade aos fatos e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém, muito menos aos eleitores”. E este domínio eleitoral, quase curraleiro, do governador em nossa região talvez esteja lhe permitindo ações como estas, ou pelo menos, não mandar verificar se isto realmente está ocorrendo. É tarefa dos políticos esquentar as orelhas do governador e a nossa da imprensa, pelo menos a AGD, nanica, fazer com que o governador desperte para o caso.

Lembro que não teremos até o São João um Encontro de Todos por Pernambuco. Então que gritemos para que ele de Recife nos ouça, que Dominguinhos, seja qual for sua tendência política, merece respeito pelo exímio artista que ele é. Sei que tudo é política e o governador mais do que ninguém entende deste mister, mas temos bons políticos ainda em nossa região, e sei que não perderão a oportunidade de dar a importância que o Dominguinhos e outros nossos artistas merecem, promentendo ao governador, se ele não ajudar nisto, ele irá dançar um forró miudinho em 2012.

Eu não sei em Garanhuns, pois não tem muita tradição de festa junina, e nem está querendo criar, como Bom Conselho como o Forróbom. A prefeita garantiria a eleição de 2012 se trouxesse o Dominguinhos para o evento. Eu iria lá dançar e até mudaria meu título. Embora, pelo que vejo, irei para Caruaru e continuarei votando em Recife.

De qualquer forma quero parabenizar o Ronaldo César pelo o alerta, muito justo, justíssimo.

E, quem sabe, o governador seja um leitor assíduo da A Gazata Digital e talvez queira ver o Dominguinhos em ação. Vejam também e curtam enquanto o São João não chega. E aí vocês poderão vê-lo no Forróbom.