Mural de Recados da A GAZETA DIGITAL

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Direto de São Paulo - São Paulo precisa de São Pedro




Por Zé Carlos

Como avisei, algumas postagens atrás, viajei junto com o blog e estou em São Paulo em São Paulo. São excessivos São Paulos e poucos São Pedros, que, como sempre ouvi, é o responsável pela chuva que vem do céu. Até agora não vi uma gota do precioso líquido vindo dele. Eu já ia dizendo, tal qual o Nordeste nas secas brabas. Mas, não seria justo nem comparável. Lá tínhamos uma floresta de caatingueiras que sabiam permanecer vivas na seca. Aqui estamos dentro de uma floresta de prédios, cheio de gente que não sabe nem economizar o bem de maior valor hoje aqui neste Estado que já foi o sonho de todo nordestino que pensava em progredir.

Acabo de ver agora, como notícia, pasmem, que dois homens foram presos por roubarem água. É realmente o fundo do poço, e este está seco. A moça do tempo promete, para este final de semana, uma chuvinha, mas, chuvinha mesmo que servirá apenas para os paulistas lembrarem de como é a chuva. Mas, pelas previsões continuaremos na mesma, por mais algum tempo. Eu ainda não sei como.

Deixemos a seca um pouco de lado e voltemos a minha experiência com esta cidade que só conheci 40 e tantos anos atrás, por dois dias, mas que serão sempre lembrados, porque vi o Zé Dileu pela última vez. Ele era meu primo e foi o melhor futebolista de Bom Conselho da nossa geração. Quem sabe quem era Maneléu, sabe também quem ele era. Veio para São Paulo, ainda na época que aqui chovia nesta terra, para tentar ter a vida que lá não tinha e que esta cidade prometia a todos. Encontrou a morte, com apenas 30 anos de idade.

Depois de descer do pau-de-arara aéreo, já com uma barrinha de cereal no bucho, minha filha, o motivo de minha viagem, já me esperava, e partimos para tentar chegar em casa. Eu, já estive em algumas cidades grandes e até enfrentei certas dificuldades no trânsito, mas, nunca pensei que pudesse haver, nesta matéria, algo tão impactante, no sentido negativo. E quando minha filha dizia que já tinha se perdido (no bom sentido) várias vezes na cidade, crescia o meu medo e ansiedade. Uma coisa de louco, para loucos, em termos de velocidade e falta de respeito pelo outro.

Eu já havia lido a respeito do caos na mobilidade paulista. Mas, nada é tão chocante quanto viver esta realidade. E o pior de tudo é que todos dependem deste caos para sobreviver. E foi por esse modelo de cidade que optamos em quase todo Brasil, o qual para mim não é novidade, vindo de Recife. Fincamos nossa base de sustentação econômica na indústria automobilística e dependemos dela até a medula, como se diz. Se ainda pensasse muito sobre estes problemas urbanos com a visão de estudioso do assunto, como um dia fui, eu teria mais coisas a dizer. Agora não. Tento me comportar e refletir como um cidadão comum sobre o que sinto a respeito deste método de vida.

De vez em quando sinto saudade até da época que morava em Bom Conselho, quando jogava bola na Rua José do Amaral, e a bola só parava para passar um carro de boi, e me dá saudade, até que penso no Bom Conselho de hoje, que, em termos de trânsito já está pior do que São Paulo. Volto para o tempo atual e tento enfrentar a realidade pensando mais nos meus filhos e netos. E eles não sabem nem o que é um carro de boi, que só gemia quando era bom.

Enfim, depois de mais ou menos 2 horas chegamos ao nosso destino. Só para lembrar, o voo no pau-de-arara aéreo nos trouxe para cá em um pouco menos de 3 horas. E aqui estou, com medo de dirigir, sem saber andar no transporte coletivo, e andando a pé, que é a melhor opção para chegar mais rápido. Há outras, como por exemplo, usar o helicóptero, mas, destes, mesmo com minha suada vida, ainda não consegui comprar nenhum. Quem sabe um dia!?


Sempre que eu possa, e a internet, que ainda não tenho onde habito, me permitir, eu escreverei sobre minha estada aqui para os meus poucos leitores. E vida que segue.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A Terra da Gente




Por Carlos Sena (*)

Disse o poeta Mario Quintana: "Na terra da gente até a dor dói menos". E eu acrescento: na terra da gente qualquer alegria se torna uma grande alegria. Porque a lógica uterina parece se repetir quando se trata da nossa terra, do nosso chão. Isso a gente consegue sentir mesmo distante quando algum fato nos remete ao passado, como por exemplo,  o cheiro de terra molhada. Principalmente porque nos transporta para a infância onde a gente saia pra chuva pela chuva. Muitas vezes vinham com a chuva as tanajuras, ou apenas as juras da natureza nos anunciando um bom inverno tenazmente.

Na terra da gente a gente taz festa por nada. Encontra um amigo e haja bate papo e haja encontrs de ontens e hojes como se o tempo parasse ali, em nossa frente. Na frente do tempo, tempestades também se nos poderão invadir a alma. Mas, será nessa hora que a dor irá doer de menos. A dor quando nos invade em nossa terra é circunstancial do existrir. Quando ela acontece fora dela é ocasional... Asssim, sendo "a ocasião quem faz o ladrão", fora da nossa terra  a gente fica vulnerável e inseguro diante da dor. Na terra da gente não,  pois lá é a dor quem nos sente. Sofrendo por nós nos consente aos unguentos: o colo da familia. As preces dos amigos. Os sinos da capela nos chamando pra rezar. Até o coaxar dos sapos,  o reluzir dos pirilampos, o canto solitário das cigarras na copa da mata, nos servem se relaxante para a alma dolorida.

Na terra da gente a gente tem que SER com ela. Ela pode ser de qualquer tamanho, porque o tamanho verdadeiro dela é o tamanho da nossa aura.

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(*) Publicado no Recanto de Letras em 19/09/2014

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

E aí vem a Dilma, "mais do mesmo"




Zezinho de Caetés

Neste recaldo de incêndio foi a eleição domingo passado só me restou a oposição. Dizem que no Brasil, para se governar tem que se apelar para a “governabilidade”. Isto não é coisa do PT somente, o próprio FHC também usou o PMDB para governar. Quem não o usou caiu como aconteceu com o Collor. Mas, o resultado desta eleição que fez a Dilma continuar por mais quatro anos, leva a frear esta crença, pois para o governo Dilma ter “governabilidade” nem o PMDB vai conseguir. Eu penso que o Temer vai está de olho é na “butique” dela, o que sobrará com um possível impeachment da Dilma, que poderá ir de mãos dados com o Lula para a Papuda se for levado em conta o que o Youssef falou e ainda falará.

Ouvindo o discurso da vitória da Dilma não dar para não sentir uma sensação  de “mais do mesmo” colocado numa roupagem de mudança. Penso ser muito tarde para haver qualquer mudança benéfica para o país com a capacidade política da gerenta presidenta. Um discurso que demorou tanto que quase a levou a derrota, mesmo vencendo. Como fala o texto que publico abaixo do Merval Pereira (O Globo – 28/10/2014), aquele seu risinho maroto, quando a patuleia vaiava a Rede Globo, foi tudo de ruim. Temos tudo para esperar tempos piores nos anos que virão. Como indica o título do texto do Merval, “Ao vencedor, os problemas”, seria preciso alguém capaz para lidar com eles e a Dilma já provou que não é capaz e só quem não viu foram os apaniguados e o pessoal do Bolsa Família.

Triste fim do Policarpo Quaresma”, é o título bom para o fim de Dilma, que começa um governo igual ao seu Ministro da Fazenda, já demitida pelos que entendem do traçado. Agora fiquem com o Merval que ele explica melhor este quiproquó que será a governança do Brasil daqui para frente.

“Só saberemos quais são as verdadeiras intenções da presidente Dilma reeleita quando ela anunciar os integrantes de seu futuro ministério, especialmente o ministro da Fazenda e o da negociação política. A presidente e o PT saem das urnas enfraquecidos, com menos votos que jamais conseguiram, tanto para a presidência da República quanto para o Congresso.

Por região, é possível ver-se a redução de votação do PT. Em 2010, a candidata Dilma venceu em três regiões: norte, nordeste e sudeste. No domingo, venceu no norte e no nordeste. Sua votação cresceu apenas no nordeste, onde obteve 72% dos votos contra 70% em 2010. No norte, repetiu o mesmo índice: 57%.

No centro-oeste, em vez de um empate virtual em 2010, perdeu de 57% a 43%. Já no sudeste, apesar da vitória em Minas, perdeu de 56% a 44%. Em 2010, venceu na região de 51% a 48%. No Sul, perdeu de 59% a 41%, quando teve em 2010 46% dos votos.

O novo governo tem pela frente um mandato dificílimo, basicamente devido à própria “herança maldita” com que terão que lidar. Não apenas na parte econômica, mas, sobretudo, no combate à corrupção, com o caso da Petrobras já em processo de delação premiada que levará ao envolvimento de inúmeros políticos do Congresso, e do Executivo, com o risco de a própria Dilma e o ex-presidente Lula verem-se às voltas com acusações do doleiro Alberto Yousseff, como revelaram a revista Veja e os jornais Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo.

Temos, portanto, crises econômicas, políticas e institucionais já programadas, e pouca capacidade negociadora da presidente para enfrentá-las, pelo que apresentou até agora, e mesmo na hora de seu discurso de vencedora. Sua impaciência com os militantes poderia ser até folclórica, se não tivesse permitido os gritos de guerra contra a imprensa profissional independente, na figura da Rede Globo, com um sorrisinho no canto da boca, enquanto o presidente do partido, Rui Falcão, fazia o sinal de positivo.

Seu chamamento à concórdia e ao diálogo poderia ser até um bom recomeço, se não viesse acoplado à insistência em fazer uma reforma política com a aprovação de um plebiscito. Controle da chamada mídia profissional e plebiscito sobre formas de governo são receitas típicas de regimes autoritários de países vizinhos muito ao gosto de setores importantes do atual governo brasileiro.

Se a presidente Dilma se preparava para fazer um governo marcado por seu toque pessoal, terá agora que negociar duplamente, dentro de seu próprio partido, que passou por um susto tremendo e não vai querer deixar em mãos tão incompetentes o futuro de um projeto político que pretende se perpetuar no poder, e com o Congresso, que terá uma oposição revigorada com a maior votação já recebida desde o fim da era Fernando Henrique Cardoso, justamente no momento em que o projeto político e econômico do PSDB foi recuperado.

Mesmo perdendo, Aécio Neves fez coisas admiráveis nessa eleição: enfrentou os ataques do PT contra as políticas do PSDB, revigorando o legado do Plano Real e exorcizando a lenda de que perderia votos quem enfrentasse o PT e Lula. A oposição aprendeu nessa campanha a ser oposição de verdade, e será muito mais dura na próxima legislatura, sob a liderança do presidente do PSDB.

A dificuldade que os petistas tiveram para reeleger Dilma só demonstra o esgotamento desse modelo. Os métodos utilizados na campanha para alcançar os objetivos foram muito além do “fazer o diabo” já anunciado pela própria presidente.

A legitimidade de um mandato não se basta em si mesma, mas advém da maneira como foi conquistado. Embora as baixarias da campanha petista tenham ficado num nível comum ao de grandes democracias como os Estados Unidos, não é bom sinal que tenhamos importado esse tipo de marketing político negativo, em vez de nos equiparamos a democracias mais avançadas que reprovam instrumentos como esses.

O abuso da máquina pública, por exemplo, é prática ilegal que não encontra equivalente em nenhuma democracia moderna. O PT continua com a maior bancada da Câmara, mas perdeu nada menos que 18 deputados federais. No Senado, continuará sendo a segunda maior bancada, mas com um senador a menos. Elegeu cinco governadores, sendo que a jóia da coroa é sem dúvida Minas Gerais, arrebatada do grupo político do senador Aécio Neves.


Mas será o partido que governará a menor percentagem do PIB nacional entre os três maiores, com 16,1%. O PSDB continuará a governar a maior parcela do PIB (44,4%). Em segundo lugar no PIB está o PMDB, com (22,4%), que ficou com o maior número de governadores e dois dos maiores colégios eleitorais, Rio e Rio Grande do Sul.”

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Rabo de Palha




Por Carlos Sena (*)

Conheço muita gente boa no Recife e outras nem tanto. No rol das "nem tanto" estão almas sebosas de duvidosa conduta pública. São aquelas que não gostam de estar fora do poder, pois são profissionais de CC - Cargo Comissionado. Não tem vínculo público (nunca passaram em concurso), mas vivem sempre em busca de tetas para defender o "leite das suas crianças"... São essas pessoas que estão hoje por aí posando de donas da moral e dos bons costumes. Apontam os erros dos outros, as corrupções dos outros, esquecendo-se que são iguais a elas. Porque no meu entendimento não existe roubo grande nem roubo pequeno  do ponto de vista ético. Existe somente o roubo. E o roubo pode ser de dinheiro, coisas materiais e de consciências. A maioria das pessoas incluidas no "nem tanto" são ladronas de consciências, pois tudo fazem para nada fazer e posarem de que fazem tudo pelos mais carentes.  Não. Fazem não. Fazem tudo  pelas contas bancárias deles. Há muitos que tem todo tipo de parente mamando no mesmo serviço público, mas quando estão por fora do "jogo" metem o pau em quem utiliza das mesma armas usadas anteriormente. Não obstante são pessoas pequenas: sujam o chão, não gostam de pobre, não dão esmola, não cumprimentam as pessoas, furam filas, param em filas duplas, estacionam em vaga de idosos e deficientes, etc.  mudada.

Hoje, diante das eleições, sempre que podem metem o pau no povo do PT envolvidos em escândalos. Fariam do mesmo jeito se tivessem oportunidade! Ainda bem que seus níveis de inserção são paroquianos, senão a porca entraria pelo cano e não ficava nem o cano para contar a história. Por isso, amigo, prefiro meu labor honesto e minha vidinha simples seguida de um sono tranquilo no meu travesseiro cheio de bons fluidos. E votar em quem achar que devo, pois quem é pago para julgar os corruptos não sou eu, mas as instâncias legais cabíveis nos tres níveis de governo.

Outra coisa: não vejo ninguém falar em reforma politica. Mas todos querem mudar para permanecer no mesmo se as atuais regras do jogo não forem modificadas via Reforma Politica.

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(*) Publicado no Recanto de Letras em 15/09/2014

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A semana - "Habemus Papisa"




Por Zé Carlos

No momento em que escrevo, ainda nem votei. Amanhã quando esta coluna for ao ar, já teremos novo presidente. E só saindo amanhã o resultado eu não influenciarei com ela, o voto de ninguém, a não ser para 2018, isto se o país chegar até lá com suas instituições democráticas intactas, o que sinceramente espero. Eu poderia até alegar minha viagem para não escrevê-la, mas, não seria verdade. Meu computador ainda não foi encaixotado. Resolvi então escrevê-la por etapa, até entrar no pau-de-arara aéreo que me levará a São Paulo, comendo minha barrinha de cereal.

E falar desta semana que passou é uma dificuldade, porque os analistas estão dizendo que foi a campanha mais suja desde 1989, quando o Collor venceu o Lula. E eu não posso nem comparar as duas campanhas porque só vivi, ao vivo e em cores, a presente. Em 1989 estava no exterior, e lá confesso, em plena exuberante Londres, eu votei no Lula. Talvez, hoje não votasse mais nele, devido aos seus excessivos arroubos verbais durante esta campanha. Sinceramente, como o filme abaixo mostra, dizer que alguém nunca trabalhou porque não ganha salário, não é justo nem com a mãe dele, que quase se mata para dar-lhe o mínimo de educação que ele tem. Se ela estivesse viva daria umas boas palmadas nele, como está morta, deve estar se revirando no túmulo.

Apenas constato que a luta foi grande e agora ampliada pelas redes sociais, e como é o objetivo precípuo desta coluna, temos que rir de tudo, e material não falta. Só a Dilma que a estas alturas poderá ser a presidente da república, ou não, nos deu material para rir durante um mês, apenas num debate. Eu não escondo para ninguém que os 8 leitores desta coluna estão rezando para que ela seja reeleita porque certamente têm motivo de riso por mais quatro anos. Já se for o Aécio, espero que ele possa cooperar com a coluna, embora isto seja mais incerto.

Vejamos. Num debate, na Rede Globo, uma jovem de 55 anos (tenho que me valorizar também achando-me jovem), economista, dizendo-se bem preparada, mas desempregada, perguntou aos candidatos qual seria a proposta deles para que ela pudesse voltar a trabalhar. Por favor, não morram de rir, mas, a Dilma, presidente da republica até janeiro, e talvez depois deste mês, disse que a jovem deveria fazer o PRONATEC ou o SENAI. Eu olhei para a jovem e vi, que naquele momento, com aquela resposta era não estava mais indecisa. Nem eu. Agora vou votar, e daqui a pouco eu continuarei a coluna.

Já fui lá e usei o meu dedo para sufragar o nome do futuro Presidente(a) da República. E agora continuo a comentar o filme, que vocês verão hoje, e que foi feito para qualquer que tenha sido o seu voto. Ele defende o voto no Dilmécio, ou número 58 (13 + 5). E agora com esta média política eu me lembrei de minha amiga Lucinha Peixoto (hoje exilada para ganhar a vida e seguir o marido), que nos fez muita falta nestas eleições, com sua língua, às vezes ferina. Ela dizia que eu sempre estava em cima do muro em política. E não deixava de ter sua razão. Mas, para mim, ficou tão claro qual o lado certo desta eleição que desci do muro e não votei no Dilmécio. E nem vou dizer em quem votei porque agora, nesta segunda, já “habemus papa”.

Seja quem for o novo presidente, o vídeo do UOL apresentado abaixo deve ser visto pela bela canção que ele traz, na voz do Louis Armstrong. Wonderful! Desculpe, mais uma vez, mas, pararei por enquanto, e já é noite, e parece que saiu o resultado das eleições. Será que perdi meu voto. Vou lá e volto, é vapt-vupt. Quem dizia isto mesmo? Já vi TV em excesso.

Agora, já à noite, desculpem a demora, e pelos números, embora apertados, a Dilma passará mais 4 anos na presidência da república. Esta coluna agradece, principalmente à Região Nordeste, e também ao Estado de Pernambuco, por deixar nos dar mais quatro anos com sua melhor colaboradora semana após semana. De minha parte, já que sou economista e não tão jovem, tenho que seguir o grande conselho de nossa presidente: Vou ingressar no PRONATEC ou SENAI. Quem sabe arranjarei um emprego?

Agora fiquem com o resumo do roteiro dos produtores do UOL, e em seguida, vejam o filme, menos pelo assunto mas, por causa da música: What a Wonderful World.

A campanha eleitoral para a Presidência da República foi considerada por alguns a mais "baixa" desde 1.989, com troca de acusações e demonstrações de ironia e arrogância, tanto por parte de Dilma Rousseff (PT) quanto de Aécio Neves (PSDB). O Escuta Essa! deste sábado (25), véspera de eleição, deseja que, após tanta pancadaria, a votação para decidir quem será o próximo presidente do Brasil ocorra como na canção que ganhou fama na voz de Louis Armstrong, "What a Wonderful World" (Que Mundo Maravilhoso).